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Deolane Bezerra é presa em operação contra lavagem de dinheiro ligada ao PCC.

  • Foto do escritor: Rádio Cultura
    Rádio Cultura
  • há 9 horas
  • 2 min de leitura

A advogada e influenciadora digital Deolane Bezerra foi presa nesta quinta-feira durante a deflagração da Operação Vérnix. A ação, conduzida de forma integrada pela Polícia Civil e pelo Ministério Público do Estado de São Paulo, investiga um complexo esquema de lavagem de dinheiro e supostas ligações com a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).


Foto: Reprodução.


Além da influenciadora, a ofensiva cumpriu mandados de prisão contra outras cinco pessoas. Entre os detidos pelas autoridades está Everton de Souza, conhecido pelo apelido de “Player”, que é apontado pelos investigadores como o operador financeiro do grupo. Um dos alvos da operação que estava foragido foi localizado e preso em território boliviano.


As investigações apontam que o grupo utilizava uma rede composta por empresas de fachada, movimentações em contas de "laranjas", além da aquisição de imóveis e veículos de luxo para ocultar e dissimular a origem de recursos financeiros oriundos de atividades ilícitas da organização. Diante dos indícios apresentados, o Poder Judiciário determinou o bloqueio de R$ 327 milhões em contas bancárias e ativos financeiros, bem como o sequestro de 17 veículos e quatro imóveis de alto padrão vinculados aos investigados.


De acordo com as autoridades policiais, os levantamentos apontam indícios de conexão entre os integrantes do esquema e Marcos Willians Herbas Camacho, o “Marcola”, principal liderança da facção criminosa que se encontra custodiado no sistema penitenciário federal. O secretário da Segurança Pública de São Paulo, Nico Gonçalves, ressaltou que o objetivo central da Operação Vérnix é desmantelar a estrutura financeira milionária que dá suporte à cúpula da organização.


O trabalho investigativo que culminou nas prisões teve início ainda no ano de 2019, motivado pela apreensão de bilhetes e manuscritos na Penitenciária II de Presidente Venceslau. Os documentos interceptados na ocasião revelavam planos de ameaças contra agentes públicos e detalhavam a existência de uma engrenagem financeira oculta. No decorrer das apurações, a polícia identificou que uma empresa sediada no município de Presidente Venceslau funcionava como peça-chave para o escoamento e a lavagem dos valores ilícitos investigados.

 
 
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