Justiça decreta prisão de suspeito de homicídio qualificado em Mutans.
- Rádio Cultura

- há 7 dias
- 2 min de leitura
A Justiça da Bahia decretou, neste sábado (14), a prisão preventiva de Eduardo Batista dos Santos, de 36 anos. Ele é o principal suspeito de assassinar Sebastião Lima de Souza, de 59 anos, na madrugada da última sexta-feira (13), no distrito de Mutans, zona rural de Guanambi.

Foto: Reprodução.
A decisão foi proferida pela juíza plantonista Ana Cláudia Rocha Sena, que considerou a gravidade do ato e o risco à ordem pública, já que o acusado encontra-se foragido.
O caso, que inicialmente foi reportado como uma possível violência doméstica, revelou um cenário de violência extrema motivada por ciúmes:
O Ataque: Eduardo teria retornado de uma viagem a Barreiras (BA) e, acreditando que sua companheira, Fernanda Lira Leal (37 anos), mantinha um relacionamento com a vítima, atacou Sebastião com golpes de faca dentro de uma residência na Rua Itamaratir.
Vítima de Agressão: A companheira do suspeito também foi encontrada ferida no local, com lesões no rosto e no braço, confirmando ter sido agredida por Eduardo antes do homicídio.
Futilidade: O Ministério Público e a Polícia Civil tipificaram o crime como homicídio qualificado por motivo fútil, baseando-se em depoimentos da companheira do autor e da filha da vítima, que confirmaram o contexto de ciúmes infundados.
Status da Investigação
Apreensão: A faca utilizada no crime foi localizada e apreendida pela perícia técnica.
Foragido: Apesar das diligências realizadas pela Polícia Militar logo após o crime, Eduardo Batista dos Santos conseguiu fugir e ainda não foi localizado.
Decisão Judicial: A magistrada destacou que a prisão preventiva é necessária para "garantir a aplicação da lei penal", evitando que o suspeito cometa novos crimes ou interfira no processo.
Com o mandado de prisão preventiva expedido, Eduardo passa a ser considerado procurado pela justiça. Qualquer pessoa que tenha informações sobre o seu paradeiro pode colaborar com as autoridades de forma anônima.
Polícia Militar: 190
Polícia Civil: 197





