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Polícia deflagra operação contra organização criminosa suspeita de fraude na Caixa.

  • Foto do escritor: Rádio Cultura
    Rádio Cultura
  • 26 de mar.
  • 2 min de leitura

A Polícia Federal iniciou, nesta quarta-feira (25), uma ofensiva para desarticular uma organização criminosa especializada em fraudes bancárias, estelionato e lavagem de dinheiro contra a Caixa Econômica Federal. As investigações apontam que o esquema pode ter gerado um prejuízo superior a R$ 500 milhões aos cofres da instituição. A operação mobiliza agentes para o cumprimento de 43 mandados de busca e apreensão e 21 mandados de prisão, distribuídos estrategicamente nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia.


Foto: Divulgação/Polícia Federal.


Para garantir o ressarcimento dos valores desviados, a Justiça determinou o bloqueio e o sequestro de bens que incluem imóveis, veículos de luxo e ativos financeiros, estabelecendo um limite inicial de R$ 47 milhões. Além das detenções, foi autorizada a quebra dos sigilos bancário e fiscal de 33 pessoas físicas e 172 pessoas jurídicas que estariam envolvidas na rede de ocultação de recursos. O monitoramento do grupo teve início ainda em 2024, após a detecção de um sistema estruturado para a obtenção de vantagens ilícitas através de empresas de fachada e grupos econômicos interligados.


O modus operandi da organização consistia na cooptação de funcionários de instituições financeiras, que utilizavam seus acessos privilegiados para inserir dados falsos nos sistemas bancários. Essa interferência interna viabilizava saques vultosos e transferências indevidas que, posteriormente, eram pulverizadas em contas de laranjas. Para dificultar o rastreamento pelas autoridades fazendárias, os valores obtidos ilegalmente eram convertidos em criptoativos e bens de alto valor, como relógios de luxo e imóveis de alto padrão.


Durante as diligências realizadas nesta quarta-feira, as equipes da Polícia Federal já apreenderam uma quantidade significativa de dinheiro em espécie, aparelhos celulares, documentos contábeis e objetos de luxo. Todo o material será periciado para identificar novos integrantes e detalhar a extensão da lavagem de dinheiro. Os envolvidos no esquema devem responder por crimes de organização criminosa, corrupção, gestão fraudulenta e delitos contra o sistema financeiro nacional, cujas penas somadas podem ultrapassar 50 anos de reclusão.

 
 
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